Thursday, March 28, 2013


O Marinheiro 

Em este teatro até esta ponte as mulheres são refletindo sobre as vidas delas. Tem três mulheres velhinhas. Até este ponto elas estão compartilhando histórias da vida delas. Eu gosto algumas coisas que a terceira mulher esta falando. 
“As vossas frases lembram-me a minha alma…” e “Tenho horror a de aqui a pouco vos ter já dito o que vos vou dizer…” (264). Eu creio que este parte mostra a caráter desta mulher. Ela é um pouco sério. As outras mulheres estão refletindo sobre vida. Ela está preparando a falar também, mais, senti que vai ser mostrando a alma dela. O mesmo tempo, ela está com medo a falar, a mostrar tanto sobre si mesma. 
Mais, também, ela continua e falar alguma coisa que eu acho concorda com o tema que nós estávamos aprendendo sobre ontem na aula. Eu entendia que este teatro é sobre consciência e qual realidade é real. Ela fala “A minhas palavras presentes, mal eu as diga, pertencerão logo ao passado, ficarão fora de mim, não sei onde. Rígidas e fatais…Falo. E penso nisto na minha garganta, e as minhas palavras parecem-me gente…” (264-265) Eu gosto como a autor esta usando metáfora e personificação, dando as palavras características física e humano. Que as palavras pode ser “rígida” e que as palavras estão gente. Eu acho que este é interessante que esta mulher esta imaginado as palavras delas como uma personagem. Ela está criando uma caráter imaginando das palavras dela com realidade física. E continuando ela fala “E toda eu sou um amuleto ou um sacrário que estivesse com consciência de si próprio. ” Ela esta imaginando que ela não é real, de o que é real é o oposto de o que aparece. 
O autor está criando uma mulher confundindo o que é real que apóia o tema total de o que é real que todos as mulheres vão enfrentar. 

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